Etapa N°1: Monçao - Porto

ATENÇÃO: As informações desta etapa serão completadas em julho. Enquanto isso, você pode obter um passaporte e baixar as faixas.

Distância 232 Km. distribuídos em estradas dos seguintes tipos:


 Autopistas y autovías: 14 km.
 Carreteras Nacionales: 109.7 km.
 Autonómicas de 2º nivel: 103.3 km.
 Asfalto o cemento sin nombre: 1 km.

Trechos: 50
Autor: Gérard

Descrição:

Iniciamos esta grande rota por Portugal, onde percorreremos os 18 distritos ao longo de 10 etapas, partindo de Monçao, uma bonita localidade que faz fronteira com Espanha numa barreira natural como é o Rio Miño.

Como a gasolina é mais barata em Espanha, atravessamos para o país vizinho por uma ponte e, depois de encher o depósito e repor o conta-quilómetros parcial, iniciamos a primeira das etapas da La Ruta 18, que nos levará até ao Porto.

Iniciamos, pois, este périplo saindo de Monçao pela N101, larga, bem asfaltada e com curvas abertas. Todo o norte de Portugal é muito povoado, pelo que praticamente em nenhum momento desta etapa deixaremos de ver construções de diferentes tipos.

Depois de percorrer os primeiros 8 km, chegamos ao final deste primeiro troço, situado em Friestas, onde viraremos à esquerda em direção a Boivao e Gondomil.




Trecho 1: Monçao - Friestas (7.9 Km)

N101

Iniciamos esta grande rota por Portugal, percorrendo os 18 distritos em 10 etapas, começando em Monção, uma bela cidade na fronteira com a Espanha, separada pela barreira natural do Rio Minho.
Como o combustível é mais barato na Espanha, atravessamos a fronteira por uma ponte, abastecemos o tanque, reiniciamos o hodômetro parcial e iniciamos a primeira etapa da Rota 18, que nos levará ao Porto.
Assim, começamos esta jornada saindo de Monção pela N101, uma estrada larga, bem asfaltada e com curvas abertas. Todo o norte de Portugal é densamente povoado, por isso, praticamente durante toda esta etapa, veremos construções de diferentes tipos.
Depois de percorrer os primeiros 8 km, chegamos ao final deste primeiro trecho, situado em Friestas, onde viramos à esquerda em direção a Boivão e Gondomil.

Final do trecho

Km de rota:
0
7
.
9
PK

Trecho 2: Friestas - M508 (2.3 Km)

M506

Começamos agora a circular por essas estradas secundárias que tanto gostamos, nós os motociclistas, estreitas, tranquilas e pensadas mais para ligar aldeias do que para o tráfego rápido. Neste caso, fazemos isso pela M506, uma estrada local que nos introduz de imediato na paisagem rural do Minho .

Uma constante ao longo da A Rota 18 é a escassez de marcos quilométricos, algo muito habitual em Portugal. Não é um problema, já que rodamos seguindo o track do GPS, o que nos permite esquecer as referências e concentrar-nos apenas em desfrutar do ambiente e do traçado.

Depois de pouco mais de 2 km de estrada secundária, chegamos a Friestas, onde encontramos um cruzamento em T sinalizado com um STOP. Aqui viramos à direita e, a apenas alguns metros antes do cruzamento, um marco de pedra anuncia-nos a entrada na freguesia de Sanfins um detalhe muito característico desta zona.

A partir daqui, a estrada começa a ondular suavemente, alternando pequenas subidas e descidas enquanto encadeamos curvas amplas entre casas dispersas, explorações agrícolas e troços de >pinhal e eucaliptos, onde a sombra acompanha boa parte do percurso.

O traçado torna-se cada vez mais agradável e fluido, com alguma descida suave encaixada na encosta, ideal para rodar com ritmo constante e sem pressas. Um troço simples, muito autêntico e perfeito para acabar de aquecer antes de a rota começar a abrir-se para cenários mais amplos.

Final do trecho

Km de rota:
0
1
0
2
PK

Trecho 3: M508 - M1050 (5.5 Km)

M508

Deixamos as imediações de Sanfins para seguir por uma secundária que começa claramente a mudar de carácter. A estrada afina um pouco mais e começa a ganhar altitude de forma contínua, entrando numa zona de mato baixo e vegetação atlântica, onde a paisagem se vai abrindo gradualmente.

À medida que avançamos, deixamos para trás os últimos núcleos dispersos e rolamos entre encostas cobertas de mato, afloramentos graníticos e eucaliptos, com curvas cada vez mais amplas e um traçado muito fluido. A esta altura já se sente que estamos a subir para uma zona mais elevada, com vistas cada vez mais abertas sobre o vale [LI: miradouros naturais sobre o vale].

Num dos pontos altos do troço, a paisagem abre-se e surgem aerogeradores nas cristas próximas, uma imagem muito característica desta parte de Portugal [LI: parques eólicos do Minho]. Daqui, a estrada desce ligeiramente pela encosta, oferecendo-nos descidas longas e muito agradáveis, sempre com o vale à vista.

Mais à frente, o enquadramento volta a fechar-se e entramos numa zona florestal mais densa, onde o traçado serpenteia entre árvores e sombras, com um asfalto em bom estado e um ritmo ideal para desfrutar sem pressas. É um troço especialmente bonito, muito silencioso e com sensação de isolamento.

Antes de terminar o troço, a estrada volta a suavizar-se, encadeando curvas amplas e visíveis enquanto nos aproximamos dos seguintes núcleos rurais, completando um percurso variado que combina altitude, vistas e floresta, e que representa uma das primeiras grandes mudanças de paisagem da etapa.

Final do trecho

Km de rota:
0
1
5
7
PK

Trecho 4: M1050 - Portela-Gandra (3.5 Km)

M1050

Rodamos por la M1050, una carretera local estrecha y tranquila que discurre mayoritariamente entre masas forestales de eucalipto y monte bajo. El asfalto esta bien conservado y el trazado enlaza curvas suaves, siempre con sensación de aislamiento y muy poco tráfico.

El perfil del tramo es ligeramente descendente, lo que aporta fluidez a la conducción. Alternamos zonas sombrías bajo el arbolado con pequeños claros desde los que se intuyen vistas abiertas hacia el valle.

A medida que nos acercamos al final, el bosque se abre y aparecen las primeras viviendas dispersas, muros de piedra y parcelas agrícolas, señal clara de que entramos en un entorno habitado.

Finalizamos el tramo en Portela-Gandra, ya dentro de un núcleo rural.

Final do trecho

Km de rota:
0
1
9
2
PK

Trecho 5: Portela-Gandra - N201 (5.7 Km)

M511

Salimos de Portela-Gandra incorporándonos a la M511, una carretera local que nos recibe con un trazado cómodo y muy poco tráfico. Los primeros metros discurren entre casas dispersas y fincas cerradas, con muros de piedra y pequeñas huertas que reflejan a la perfección el carácter rural de la zona .

Pronto dejamos atrás el núcleo habitado y la carretera se adentra en un paisaje más abierto, alternando zonas de cultivo con tramos forestales de pino y eucalipto. El perfil es suavemente ondulado, con ligeros repechos y descensos que hacen la conducción variada pero siempre fácil.

A lo largo del tramo atravesamos pequeñas aldeas y lugares como Bugim y Cerdal, donde volvemos a encontrar viviendas agrupadas, alguna iglesia parroquial y cruces locales que apenas alteran el ritmo de marcha.

En los últimos kilómetros el entorno se vuelve algo más urbano y la señalización aumenta, avisándonos de la proximidad de una vía principal. El tramo finaliza al alcanzar la N201, en un cruce en T claramente señalizado donde giraremos a la derecha tras hacer el STOP Correspondiente, punto de conexión con una carretera de mayor entidad y final de este tramo de transición

Final do trecho

Km de rota:
0
2
4
9
PK

Trecho 6: N201 - Passos (0.8 Km)

N201

Este breve tramo discurre íntegramente por la N201, avanzando por un entorno claramente rural pero ya muy humanizado, con viviendas unifamiliares dispersas, cierres de fincas y tramos rectilíneos que facilitan una marcha cómoda. La carretera presenta buen ancho y visibilidad, con arbolado y campos que acompañan el recorrido y anuncian la proximidad de un núcleo habitado.

En los últimos metros aparecen señales y edificaciones más continuas, indicando la entrada en un pequeño entorno urbano. El tramo finaliza en el núcleo de Passos, donde giraremos a la izquierda dirección a Fontoura.

Final do trecho

Km de rota:
0
2
5
7
PK

Trecho 7: Passos - M512 (1.8 Km)

M1060

Dejamos atrás Passos para continuar rodando por la M1600, una secundaria estrecha y tranquila que se adentra de inmediato en un entorno claramente rural. El asfalto serpentea suavemente entre fincas agrícolas, muros de piedra y viñedos, con pequeñas manchas de bosque que aportan sombra y variedad al paisaje. Es un tramo muy agradable de conducir, de ritmo calmado y vistas abiertas, donde predominan las casas dispersas y los caminos vecinales.

A mitad de recorrido cruzamos zonas de cultivo bien cuidadas y alguna pequeña aldea sin nombre destacado, manteniendo siempre esa sensación de carretera local tan típica del norte de Portugal.

El tramo finaliza al llegar a un cruce en T donde giraremos a la derecha dirección a Insua y Boris.

Final do trecho

Km de rota:
0
2
7
5
PK

Trecho 8: M512 - N13 (8.5 Km)

M512

Este tramo discurre por la M512, una carretera secundaria estrecha y muy tranquila que nos sumerge de lleno en un paisaje rural típico del norte de Portugal. Desde los primeros metros la vía serpentea entre fincas agrícolas, praderas y pequeñas manchas de bosque, con muros de piedra y casas dispersas que refuerzan esa sensación de estar rodando por una carretera local, poco transitada y muy agradable.

El trazado es sinuoso pero cómodo, con curvas suaves y continuas que invitan a un ritmo calmado. El perfil es tendido, con ligeros toboganes que apenas se perciben, alternando tramos más abiertos, donde las vistas se extienden sobre campos de cultivo y colinas cercanas, con otros más cerrados y sombríos bajo la arboleda. A lo largo del recorrido atravesamos pequeños núcleos sin especial relevancia, siempre con asfalto en buen estado y una conducción relajada.

El tramo final mantiene ese carácter rural, con la carretera encajada entre taludes y muros antes de desembocar en un cruce en T, donde giraremos a la izquierda para incorporarnos a la N13, alcanzando el kilómetro 36 de la ruta.

Final do trecho

Km de rota:
0
3
6
0
PK

Trecho 9: N13 - Via Nova de Cerveira (4.1 Km)

N13

Este tramo nos lleva por la N13, una carretera nacional más ancha y con mayor presencia de tráfico que las secundarias anteriores. Tras incorporarnos a ella, avanzamos con un trazado cómodo y bien asfaltado, dejando atrás un entorno todavía rural, con campos abiertos y algunas viviendas dispersas, mientras la vía gana protagonismo como eje principal de comunicación de la zona.

A medida que avanzamos, la carretera describe curvas amplias y tendidas, con buena visibilidad y un ritmo claramente más fluido. El paisaje se va abriendo hacia el valle del Miño, y poco a poco comienzan a aparecer más construcciones, naves y accesos laterales, señal de que nos aproximamos a un núcleo urbano de mayor entidad.

En la parte final del tramo entramos ya en un entorno claramente urbano, con rotondas, señalización abundante y mayor densidad de tráfico. Rodamos entre edificios, áreas comerciales y servicios, adaptando el ritmo a la circulación, hasta alcanzar Vila Nova de Cerveira, donde finaliza el tramo en torno al kilómetro 40,1 de la ruta.

Final do trecho

Km de rota:
0
4
0
1
PK

Trecho 10: Via Nova de Cerveira - M517 (6.1 Km)

M516

Salimos de Vila Nova de Cerveira dejando atrás el entorno urbano para tomar una carretera secundaria que rápidamente cambia de carácter. Los primeros metros aún transcurren entre casas y pequeños barrios, pero enseguida la vía se abre paso hacia un paisaje más natural, con fincas, muros de piedra y vegetación abundante a ambos lados de la calzada.

El trazado es sinuoso y muy agradable, con curvas suaves y bien encadenadas que se adaptan al relieve. El asfalto se encuentra en buen estado y la conducción resulta fluida, alternando tramos algo más abiertos con otros más recogidos, donde la carretera se adentra entre taludes y zonas boscosas que aportan sombra y frescor. A lo largo del recorrido aparecen pequeñas aldeas y viviendas dispersas, siempre manteniendo ese aire tranquilo y local tan característico de la zona.

En la parte final el tramo conserva su carácter rural, con la carretera estrechándose ligeramente y encajándose entre muros y vegetación, hasta llegar al cruce final, donde giraremos a la derecha para tomar la M517, alcanzando el kilómetro 46,2 de la ruta.

Final do trecho

Km de rota:
0
4
6
2
PK

Trecho 11: M517 - Vilar de Mouros (7.4 Km)

M517

Salimos de Cimo de Vila y aquí empezaremos a ver algo que se repetirá varias veces a lo largo de toda la Ruta 18: el adoquinado, principalmente en el interior de las localidades, aunque en ocasiones también aparecerá fuera de ellas. Son tramos cortos, pero que marcan claramente el paso por pequeños núcleos rurales.

A estas alturas de la ruta avanzamos en dirección oeste, rodando por la M517, una carretera secundaria estrecha, tranquila y de buen asfalto. El trazado es sinuoso y muy agradable, con curvas bien encadenadas que se adentran en un paisaje cerrado y verde, rodeado de árboles y vegetación abundante, alternando zonas de bosque con pequeñas aldeas y casas dispersas.

El tramo mantiene en todo momento ese carácter rural tan marcado, con escaso tráfico y una conducción relajada, hasta que alcanzamos Vilar de Mouros, donde finaliza este sector. Aquí llegamos a un cruce en forma de cruz, en el que giraremos a la derecha en dirección a Igreja, poniendo fin al tramo en el kilómetro 53,6 de la ruta.

Final do trecho

Km de rota:
0
5
3
6
PK

Trecho 12: Vilar de Mouros - N13 (2.2 Km)

M517-1

Salimos de Vilar de Mouros para afrontar un tramo corto pero muy bonito, que nos conduce por la M517-1 entre pequeños núcleos y un entorno claramente rural. Nada más dejar atrás el pueblo volvemos a encontrar tramos de adoquinado, sobre todo al atravesar las zonas habitadas, una constante que se repite en esta parte de la ruta y que aporta carácter al recorrido.

Avanzamos entre casas dispersas, fincas y muros de piedra, con un trazado estrecho y sinuoso que alterna breves rectas con curvas suaves. A medida que nos acercamos al final del tramo, el paisaje se abre y comienzan a aparecer vistas hacia el valle del Miño, con el río acompañándonos a cierta distancia y aportando una sensación de amplitud muy agradable.

El tramo finaliza en un cruce en T, claramente señalizado. Aquí giraremos a la izquierda, siguiendo las indicaciones hacia Caminha, para incorporarnos a la N13, alcanzando el kilómetro 55,8 de la ruta.

Final do trecho

Km de rota:
0
5
5
8
PK

Trecho 13: N13 - Darque (31.4 Km)

N13

Al incorporarnos a la N13 iniciamos uno de los tramos más largos y abiertos de la ruta, avanzando en dirección sur con el océano Atlántico muy presente a nuestra izquierda. La carretera gana anchura y comodidad, permitiendo un ritmo más fluido mientras comenzamos a rodar paralelos a la costa, con amplias vistas al mar y a las playas que se suceden a lo largo del recorrido.

Durante los primeros kilómetros alternamos tramos más despejados, donde el paisaje marítimo se impone con fuerza, con otros más urbanos al atravesar localidades como Caminha y, más adelante, Viana do Castelo. Aquí la N13 adopta un carácter más urbano, con avenidas amplias, rotondas, pasos de peatones y mayor densidad de tráfico, aunque siempre manteniendo una conducción cómoda y bien señalizada.

Superada Viana do Castelo, la carretera vuelve a abrirse ligeramente, recuperando un entorno más relajado. Rodamos entre zonas residenciales, áreas verdes y tramos donde el estuario y las vistas abiertas aportan variedad al paisaje, manteniendo siempre el Atlántico como referencia cercana.

El tramo finaliza al llegar a Darque, donde alcanzamos una rotonda en la que giraremos a la derecha, poniendo fin a este largo sector en el kilómetro 87,2 de la ruta. Un tramo muy variado, que combina costa, ciudad y largos kilómetros de rodar junto al mar.

Final do trecho

Km de rota:
0
8
7
2
PK

Trecho 14: Darque - Indeterminada (8.7 Km)

N13-3

Dejamos atrás Darque para continuar por la N13-3, abandonando progresivamente el entorno más costero y urbano para internarnos de nuevo en un paisaje de transición entre lo rural y lo industrial. Avanzamos ahora en dirección este, con una carretera más ancha y cómoda, que permite un ritmo fluido desde los primeros kilómetros.

El tramo alterna zonas abiertas, con campos de cultivo y viviendas dispersas, con otras más urbanizadas a medida que atravesamos pequeñas localidades como Vila Nova de Anha. El asfalto se encuentra en buen estado y el trazado es bastante tendido, con curvas suaves y buena visibilidad. Aparecen accesos laterales, cruces señalizados y alguna rotonda, por lo que conviene mantener la atención, especialmente al acercarnos a los núcleos habitados.

En la parte final el entorno se vuelve claramente más industrial y comercial, con naves, áreas de servicio y mayor presencia de tráfico. La carretera sigue siendo amplia y bien señalizada, guiándonos sin dificultad hasta el punto donde finaliza el tramo.

Llegamos así a una rotonda, donde giraremos a la izquierda, poniendo fin al tramo en el kilómetro 95,9 de la ruta y continuando hacia el siguiente sector del recorrido.

Final do trecho

Km de rota:
0
9
5
9
PK

Trecho 15: Indeterminada - Albaraes (2.6 Km)

M-543

Iniciamos este tramo circulando por la  M543, en un corto recorrido que discurre íntegramente por un entorno rural muy marcado. Avanzamos entre pequeñas aldeas y campos de cultivo, con la carretera encajada entre muros de piedra y viviendas tradicionales, reflejando a la perfección el carácter local de la zona.

El trazado es estrecho y tranquilo, con curvas suaves y escasa visibilidad en algunos puntos, lo que invita a mantener un ritmo pausado. A lo largo del recorrido volvemos a encontrar adoquinado en el interior de las localidades, especialmente al atravesar los núcleos habitados, combinándose con tramos de asfalto en buen estado. El paisaje es verde y cuidado, con fincas agrícolas bien delimitadas y abundante vegetación a ambos lados de la calzada.

El tramo finaliza al llegar a un cruce, donde giraremos a la derecha para continuar en dirección a Albaraes y Fragoso alcanzando el kilómetro 98,5 de la ruta. Un enlace breve pero muy representativo del Minho más rural.

Final do trecho

Km de rota:
0
9
8
5
PK

Trecho 16: Albaraes - M546 (4.5 Km)

N305

Salimos de Albaraes para incorporarnos a la N305, avanzando ahora en dirección sur por una carretera algo más amplia y cómoda que las secundarias anteriores. Los primeros metros transcurren entre viviendas y pequeños barrios, con muros de piedra y aceras estrechas que delatan el paso por núcleos habitados.

A medida que dejamos atrás las zonas más pobladas, el entorno vuelve a abrirse y la carretera se vuelve más fluida. Rodamos entre campos de cultivo, manchas de bosque y algunas instalaciones industriales aisladas, con un trazado tendido y curvas suaves que permiten mantener un ritmo constante. El asfalto se encuentra en buen estado y la visibilidad es, en general, correcta.

Durante el recorrido atravesamos pequeños cruces y accesos locales, por lo que conviene mantener la atención, especialmente en las proximidades de las aldeas. El paisaje combina lo rural con lo periurbano, ofreciendo una transición suave hacia el siguiente sector de la ruta.

El tramo finaliza al llegar a un cruce en forma de cruz, donde giraremos a la derecha para tomar la M546, alcanzando el kilómetro 103,0 de la ruta.

Final do trecho

Km de rota:
1
0
3
0
PK

Trecho 17: M546 - M549 (7 Km)

M546

Dejamos atrás la M546 para continuar rodando por esta misma carretera en un tramo que gana interés paisajístico y carácter montañoso. Avanzamos ahora en dirección noreste, adentrándonos en una zona más elevada y boscosa, donde el entorno se vuelve claramente más natural y el tráfico desaparece casi por completo.

El trazado es sinuoso y muy atractivo, con curvas bien encadenadas que se adaptan al relieve. La carretera discurre entre masas de bosque, con tramos sombríos y otros más abiertos que permiten disfrutar de vistas hacia los valles cercanos. El asfalto se encuentra en buen estado y la anchura es suficiente, aunque seguimos en una vía secundaria que invita a una conducción tranquila y atenta.

A lo largo del recorrido atravesamos pequeñas aldeas y núcleos dispersos, con casas tradicionales, muros de piedra y algún cruce local. El perfil presenta un ligero ascenso progresivo, sin grandes rampas, pero constante, lo que refuerza la sensación de ir ganando altura poco a poco.

El tramo finaliza al llegar a una rotonda, donde tomaremos la primera salida para incorporarnos a la M549, alcanzando el kilómetro 110,0 de la ruta. Un tramo muy agradable, que marca la transición hacia zonas más interiores y montañosas del recorrido.

Final do trecho

Km de rota:
1
1
0
0
PK

Trecho 18: M549 - Aguiar (2 Km)

M549

Abandonamos la rotonda para continuar por la M549, afrontando un tramo corto y muy local que nos conduce directamente hasta Aguiar. Avanzamos por una carretera estrecha y tranquila, claramente rural, con un entorno dominado por pequeñas fincas, muros de piedra y viviendas dispersas que se reparten por las laderas.

El trazado es sencillo, con curvas suaves y un perfil prácticamente tendido. En los primeros metros el asfalto da paso al adoquinado, especialmente al atravesar el interior de la aldea, reforzando esa sensación de carretera vecinal tan característica de esta zona. El ritmo aquí es pausado, ideal para disfrutar del entorno y del paisaje verde que nos rodea.

En apenas dos kilómetros alcanzamos Aguiar, donde finaliza el tramo en el kilómetro 112,0 de la ruta. Un enlace breve y tranquilo que sirve como transición antes de continuar hacia el siguiente sector del recorrido.

Final do trecho

Km de rota:
1
1
2
0
PK

Trecho 19: Aguiar - N204 (2 Km)

M549-1

Salimos de Aguiar para continuar por la M549-1, afrontando un tramo corto y muy tranquilo que discurre íntegramente por un paisaje rural abierto. Avanzamos entre campos de cultivo perfectamente delimitados, pequeñas manchas de bosque y casas dispersas, manteniendo siempre ese carácter local tan marcado que venimos encontrando en los últimos kilómetros.

La carretera es estrecha y de buen firme, con un trazado sencillo que combina curvas suaves y breves rectas. En algunos puntos reaparece el adoquinado, especialmente al atravesar pequeños núcleos, lo que nos obliga a moderar el ritmo y disfrutar del entorno con calma. El paisaje es muy verde y agrícola, con suaves ondulaciones que apenas se perciben en la conducción.

En el tramo final la vía se encaja ligeramente entre muros y edificaciones, anunciando la proximidad de una carretera de mayor entidad. Llegamos así a un cruce en T, donde giraremos a la izquierda para incorporarnos a la N204, alcanzando el kilómetro 114,0 de la ruta. Un enlace breve y sencillo, que sirve de transición hacia un nuevo cambio de escenario en el recorrido.

Final do trecho

Km de rota:
1
1
4
0
PK

Trecho 20: N204 - Indeterminada (1 Km)

N204

Nos incorporamos a la N204 para afrontar un tramo muy corto, apenas un kilómetro, que sirve como enlace entre carreteras secundarias. Avanzamos por una vía algo más ancha y cómoda, con buen asfalto y un trazado sencillo, rodeados de campos de cultivo abiertos y pequeñas manchas de bosque.

El entorno es claramente rural, con buena visibilidad y escaso tráfico. La carretera discurre de forma casi rectilínea, permitiendo un ritmo fluido mientras dejamos atrás los caminos más locales de los tramos anteriores. A ambos lados aparecen accesos a fincas y alguna vivienda aislada, pero sin complicaciones para la conducción.

El tramo finaliza al llegar a un cruce, donde giraremos a la derecha, poniendo fin a este breve sector en el kilómetro 115,0 de la ruta y continuando hacia el siguiente tramo del recorrido.

Final do trecho

Km de rota:
1
1
5
0
PK

Trecho 21: Indeterminada - Cossourado (1 Km)

Indeterminada

Abandonamos la N204 para adentrarnos de nuevo por una carretera local mucho más estrecha y tranquila, dejando atrás el tráfico de la nacional. El recorrido discurre entre pequeñas parcelas agrícolas, prados y bosquetes de eucaliptos, en un paisaje típicamente rural del Alto Miño, donde las fincas aparecen delimitadas por muros de piedra y setos tradicionales.

La carretera serpentea suavemente entre campos de cultivo y explotaciones agrícolas, manteniendo un firme en buen estado y un trazado entretenido, ideal para disfrutar de una conducción relajada.

Poco a poco nos acercamos a Cossourado, una pequeña freguesia de origen medieval donde la vida sigue girando en torno a la agricultura y a la iglesia parroquial, que constituye el principal referente histórico de la localidad.

Al entrar en el pueblo vuelve a aparecer el característico adoquinado portugués que ya hemos encontrado en otras localidades de la ruta, obligándonos a reducir ligeramente la velocidad mientras atravesamos su casco urbano. La iglesia, con su elegante campanario y el pequeño crucero situado frente a ella, aporta un bonito aire tradicional al final del recorrido.

El tramo finaliza en Cossourado.

Final do trecho

Km de rota:
1
1
6
0
PK

Trecho 22: Cossourado - M547-2 (1 Km)

M547

Dejamos atrás Cossourado para continuar por la M547, una carretera local estrecha y muy agradable que atraviesa un paisaje eminentemente agrícola. Durante buena parte del recorrido rodaremos entre pequeñas explotaciones, prados y parcelas de cultivo, con las viviendas dispersas tan características de esta zona del Alto Miño.

El trazado es prácticamente llano y combina largas rectas con suaves curvas que permiten disfrutar del entorno sin prisas. A ambos lados de la carretera aparecen de nuevo muros de piedra, olivos, pequeñas huertas y bosquetes de eucaliptos, formando un paisaje muy representativo del norte de Portugal.

A medida que avanzamos nos acercamos a las pequeñas aldeas de Arnel y Albagada, donde la carretera atraviesa el caserío manteniendo ese ambiente tranquilo y rural que caracteriza esta etapa. Es un tramo corto, pero muy agradable, ideal para contemplar la vida cotidiana de estas pequeñas poblaciones.

El tramo finaliza al llegar a un cruce sobre el río Neiva. Aquí deberemos girar a la derecha para incorporarnos a la M547-1, en dirección a Grimancelos, continuando nuestra ruta por el valle del Neiva.

Final do trecho

Km de rota:
1
1
7
0
PK

Trecho 23: M547-2 - Outeiro Da Ribeira (5 Km)

M547-2

Continuamos por la M547-1, una de esas carreteras secundarias que parecen hechas para disfrutar de la moto. El recorrido avanza en dirección este, siguiendo durante buena parte del trayecto el valle del río Neiva, que aparece muy próximo a nuestra izquierda aunque en muchos momentos permanezca oculto por la vegetación.

La carretera presenta un trazado muy entretenido, alternando suaves rectas con curvas amplias y de buen radio que permiten mantener un ritmo fluido. A ambos lados se suceden pequeñas aldeas, prados, huertas y manchas de bosque, componiendo un paisaje típicamente minhoto donde las casas de piedra conviven con fincas agrícolas perfectamente cuidadas.

En la parte central del tramo atravesamos las inmediaciones de Talho, Passal y Campilhos, pequeñas poblaciones que apenas rompen la tranquilidad del recorrido. El firme se mantiene en muy buenas condiciones y el tráfico suele ser escaso, lo que convierte esta carretera en una de las más agradables de esta primera mitad de etapa.

Poco antes del final comenzamos un suave descenso hacia el Ponte de Anhel, histórico puente sobre el río Neiva que durante siglos formó parte de las comunicaciones tradicionales de la comarca. Este rincón, rodeado de abundante vegetación, constituye uno de los lugares con más encanto del recorrido.

El tramo finaliza al llegar al puente, donde continuaremos la ruta siguiendo las indicaciones del siguiente tramo.

Final do trecho

Km de rota:
1
2
2
0
PK

Trecho 24: Outeiro Da Ribeira - M541 (1 Km)

N306

Dejamos atrás el histórico Ponte de Anhel para continuar por la N306, una carretera secundaria que vuelve a sumergirnos en un entorno dominado por el bosque y las pequeñas explotaciones agrícolas. El trazado comienza con un suave ascenso, abandonando el valle del río Neiva para adentrarse en una zona mucho más arbolada.

La carretera presenta un firme en muy buen estado y un recorrido agradable, alternando curvas amplias con pequeños cambios de rasante que hacen la conducción especialmente entretenida. A ambos lados aparecen eucaliptos, pinos y robles que, en muchos puntos, forman un agradable túnel vegetal sobre la calzada.

Aunque el tramo es corto, transmite una clara sensación de tranquilidad. Apenas encontramos edificaciones, salvo alguna vivienda aislada, y el protagonismo pasa a ser del paisaje y del sonido del bosque, un escenario perfecto para disfrutar de la moto a un ritmo relajado.

El tramo finaliza al llegar a una rotonda situada en pleno entorno forestal. Aquí tomaremos la segunda salida, siguiendo las indicaciones hacia Amonde, para continuar por una de las carreteras más atractivas de esta etapa.

Final do trecho

Km de rota:
1
2
3
0
PK

Trecho 25: M541 - Partedes-Igreja Nova (2 Km)

M541

Abandonamos el cruce anterior incorporándonos a la M530, una carretera secundaria que, en apenas unos kilómetros, vuelve a demostrar por qué esta zona del Alto Minho es un auténtico paraíso para quienes disfrutan de las carreteras tranquilas. Los primeros metros discurren entre viviendas dispersas y pequeños cultivos, pero enseguida el paisaje se vuelve más frondoso.

La carretera serpentea suavemente entre bosques de eucaliptos y pinos, alternando pequeñas rectas con curvas amplias y muy agradables de enlazar. El firme se encuentra en muy buen estado y el tráfico suele ser escaso, permitiendo disfrutar plenamente del recorrido.

A mitad del tramo dejamos atrás el pequeño núcleo de Carretera, donde unas pocas casas aparecen perfectamente integradas entre el bosque y las fincas agrícolas. Poco después la carretera vuelve a internarse en una zona arbolada desde la que, entre claros, comienzan a aparecer bonitas vistas sobre el valle.

El tramo concluye en una intersección en la que continuaremos recto incorporándonos a la M1188-1, continuando la ruta hacia el siguiente sector de A Rota 18.

Final do trecho

Km de rota:
1
2
5
0
PK

Trecho 26: Partedes-Igreja Nova - M1168-2 (1 Km)

M1056

Abandonamos el cruce anterior incorporándonos a la M530, una carretera secundaria que, en apenas unos kilómetros, vuelve a demostrar por qué esta zona del Alto Minho es un auténtico paraíso para quienes disfrutan de las carreteras tranquilas. Los primeros metros discurren entre viviendas dispersas y pequeños cultivos, pero enseguida el paisaje se vuelve más frondoso.

La carretera serpentea suavemente entre bosques de eucaliptos y pinos, alternando pequeñas rectas con curvas amplias y muy agradables de enlazar. El firme se encuentra en muy buen estado y el tráfico suele ser escaso, permitiendo disfrutar plenamente del recorrido.

A mitad del tramo dejamos atrás el pequeño núcleo de Carretera, donde unas pocas casas aparecen perfectamente integradas entre el bosque y las fincas agrícolas. Poco después la carretera vuelve a internarse en una zona arbolada desde la que, entre claros, comienzan a aparecer bonitas vistas sobre el valle.

El tramo concluye en una intersección en la que continuaremos recto incorporándonos a la M1188-1, continuando la ruta hacia el siguiente sector de A Rota 18.

Final do trecho

Km de rota:
1
2
6
0
PK

Trecho 27: M1168-2 - M540 (1 Km)

M1168-1

Nada más abandonar el cruce anterior nos adentramos en uno de esos pequeños tramos que sorprenden por su ambiente. La M1188-1 se estrecha ligeramente y se introduce en un espeso bosque de eucaliptos y pinos, donde la sombra de los árboles acompaña prácticamente todo el recorrido.

El asfalto, en buen estado, enlaza una sucesión de curvas suaves y muy fluidas que invitan a disfrutar de la conducción sin prisas. Apenas encontramos edificaciones y el silencio del bosque solo se rompe por el sonido del motor y el canto de las aves, creando una agradable sensación de aislamiento.

Poco a poco la vegetación se abre y comienzan a aparecer pequeñas praderas y algunas casas dispersas, anunciando la llegada a una nueva zona habitada. El paisaje alterna bosques con claros desde los que se obtienen bonitas vistas sobre el valle del río Neiva.

El tramo finaliza en un cruce en T, donde giraremos a la derecha para incorporarnos a la M552, continuando la ruta entre las tranquilas aldeas del interior del Alto Minho.

Final do trecho

Km de rota:
1
2
7
0
PK

Trecho 28: M540 - N205 (6 Km)

M540

Tras girar a la derecha en el cruce anterior, continuamos por la M552, una carretera secundaria que enlaza varias aldeas del interior del Alto Minho entre un paisaje de pequeñas explotaciones agrícolas, bosques y suaves colinas.

Los primeros kilómetros atraviesan los núcleos de Agrelo y Palmaz, donde las casas tradicionales de piedra se alternan con viviendas más recientes. La carretera mantiene un trazado muy agradable, con curvas amplias y buen firme, permitiendo disfrutar de una conducción relajada mientras el paisaje se abre hacia los valles que rodean el río Neiva.

Poco después la ruta pasa junto a São Cristóvão, cuya iglesia destaca sobre el caserío y constituye uno de los principales hitos patrimoniales del recorrido. Desde este punto la carretera serpentea entre pequeñas aldeas como Oleiros, rodeadas de huertos, viñedos y campos cuidadosamente cultivados que reflejan el marcado carácter rural de esta comarca portuguesa.

A medida que nos acercamos al final del tramo aparecen algunas naves industriales que anuncian la proximidad de Vila Nova de Anha, aunque el entorno continúa siendo tranquilo y agradable para la conducción.

El tramo concluye en un cruce en T, donde giraremos a la izquierda para incorporarnos a la N205, continuando la ruta hacia el siguiente tramo.

Final do trecho

Km de rota:
1
3
3
0
PK

Trecho 29: N205 - N201 (1 Km)

N205

Tras incorporarnos a la N205, la ruta continúa por una carretera amplia y cómoda que nos conduce hacia la localidad de Ponte de Lima, una de las villas con mayor patrimonio histórico del norte de Portugal. Los primeros metros discurren entre viviendas, pequeños viñedos y campos de cultivo, con un trazado prácticamente rectilíneo que facilita una conducción relajada.

A nuestra izquierda destaca la Iglesia de São Cristóvão de Vila Nova de Anha, cuya elegante torre se convierte en uno de los referentes visuales del inicio del recorrido. A medida que avanzamos aumenta ligeramente la presencia de comercios y servicios, señal de que nos aproximamos a un entorno más urbano.

La carretera mantiene un firme excelente y una circulación fluida, mientras comienzan a aparecer las primeras avenidas de acceso a la población.

El tramo finaliza en una rotonda, donde tomaremos la primera salida, continuando hacia el centro de Ponte de Lima, una localidad considerada la villa más antigua de Portugal y famosa por su puente medieval sobre el río Lima, uno de los grandes hitos turísticos de esta etapa.

Final do trecho

Km de rota:
1
3
4
0
PK

Trecho 30: N201 - N205-4 (5 Km)

N201

Al abandonar la rotonda por la segunda salida, nos incorporamos a la N201, una de las principales vías de acceso a Braga, aunque en este tramo todavía conserva un carácter tranquilo y agradable para la conducción. Nada más comenzar cruzamos el río Cávado por un estrecho puente metálico, un magnífico balcón sobre uno de los grandes ríos del norte de Portugal.

Desde aquí la carretera continúa prácticamente recta, atravesando una sucesión de barrios residenciales, pequeños comercios y zonas agrícolas que alternan con urbanizaciones cada vez más frecuentes. El firme es excelente y la calzada, amplia, permite mantener un ritmo cómodo.

A ambos lados aparecen estaciones de servicio, cafeterías y establecimientos locales que evidencian la proximidad de una gran ciudad, mientras el tráfico aumenta ligeramente respecto a los tramos anteriores. Aunque predominan los entornos urbanos, todavía sobreviven pequeñas huertas y campos de cultivo que recuerdan el origen rural de esta comarca, creando un curioso contraste entre la vida cotidiana y el paisaje tradicional del Minho.

El tramo finaliza en una rotonda, donde tomaremos la primera salida para continuar por la N201 en dirección a Braga, acercándonos poco a poco a una de las ciudades con mayor patrimonio histórico y religioso de Portugal.

Final do trecho

Km de rota:
1
3
9
0
PK

Trecho 31: N205-4 - M559 (8 Km)

N205-4

Tras abandonar la rotonda por la salida indicada, continuamos por la N201 dejando atrás el entorno urbano para regresar poco a poco a un paisaje mucho más abierto y rural. Los primeros kilómetros atraviesan pequeñas localidades como Mire de Tibães y Parada de Tibães, donde la carretera discurre entre viviendas tradicionales, viñedos y fértiles campos de cultivo.

Muy cerca de la ruta se encuentra el Monasterio de Tibães, uno de los conjuntos monásticos más importantes de Portugal y antigua casa madre de la Orden Benedictina en el país. Aunque no pasamos junto a su entrada principal, su proximidad convierte este tramo en uno de los más interesantes desde el punto de vista patrimonial.

A medida que avanzamos, las casas van dejando paso a un paisaje dominado por praderas, pequeñas explotaciones agrícolas y suaves colinas. La carretera enlaza curvas amplias y cambios de rasante muy agradables, manteniendo un firme excelente y un tráfico generalmente escaso.

En las proximidades del río Cávado el entorno vuelve a ganar protagonismo, alternando zonas boscosas con claros desde los que se obtienen bonitas panorámicas sobre el valle. Es un tramo variado, muy entretenido y perfecto para disfrutar del ritmo pausado que caracteriza a A Rota 18.

El recorrido finaliza en un cruce oblicuo, donde giraremos a la derecha para incorporarnos a la M559, continuando la ruta por una carretera aún más tranquila que nos adentrará de nuevo en el corazón rural del Minho.

Final do trecho

Km de rota:
1
4
7
0
PK

Trecho 32: M559 - N205 (3 Km)

M559

Tras girar a la derecha en el cruce anterior, continuamos por la M559, una carretera local que vuelve a acercarnos al río Cávado, uno de los grandes protagonistas naturales de esta etapa. El recorrido atraviesa pequeñas aldeas como São Vicente y Areias, donde las viviendas tradicionales conviven con modernas casas unifamiliares rodeadas de jardines y huertos.

La carretera es estrecha pero cómoda, con buen firme y un trazado prácticamente llano que invita a disfrutar del entorno sin prisas. Durante buena parte del trayecto rodamos muy cerca del río, cuyos meandros y frondosas riberas aportan un agradable contraste con los cultivos y pequeñas explotaciones agrícolas que caracterizan esta zona del Minho.

El paisaje combina naturaleza, patrimonio rural y una apacible vida de aldea que se percibe en cada kilómetro. En los últimos metros aparecen de nuevo algunas calles más urbanizadas, señal de que nos aproximamos a un nuevo núcleo de población. La presencia del río Cávado y del cercano puente de la A3 recuerdan la importancia de este corredor natural que une numerosas localidades del norte de Portugal.

El tramo concluye en un cruce en T, donde giraremos a la izquierda para incorporarnos a la M560, continuando la ruta entre pequeñas aldeas y paisajes rurales típicos del Alto Minho.

Final do trecho

Km de rota:
1
5
0
0
PK

Trecho 33: N205 - Barcelos (6 Km)

N205

Nada más comenzar el tramo continuamos por la M560, atravesando un entorno cada vez más urbanizado en dirección a Braga. La carretera mantiene un trazado amplio y cómodo, enlazando pequeñas localidades donde el paisaje rural empieza a mezclarse con zonas residenciales, comercios y servicios.

La ruta pasa por São Martinho de Galegos, Real e Imã Braga, un área situada a las afueras de la ciudad. A medida que avanzamos aumenta el tráfico y aparecen estaciones de servicio, supermercados, restaurantes y todo tipo de establecimientos, señal inequívoca de que nos acercamos a uno de los principales núcleos urbanos del norte de Portugal.

Aunque el carácter rural va quedando atrás, el río Cávado continúa acompañándonos a escasa distancia por nuestra derecha, formando un agradable corredor verde que contrasta con el crecimiento urbano de Braga. Desde algunos puntos se obtienen buenas vistas de las colinas que rodean la ciudad y de los barrios periféricos que anuncian la proximidad de su casco histórico.

Este tramo sirve como transición entre el Minho más tradicional y la capital de la región, permitiendo comprobar cómo el territorio evoluciona sin perder del todo su identidad.

El recorrido finaliza en una rotonda, donde giraremos a la izquierda.

Final do trecho

Km de rota:
1
5
6
0
PK

Trecho 34: Barcelos - N306 (2 Km)

N205

Este tramo nos introduce de lleno en Braga, una de las ciudades más antiguas de Portugal y considerada la capital histórica del Minho. Circulamos por amplias avenidas siguiendo el curso del río Cávado, que queda a nuestra izquierda durante buena parte del recorrido.

Nada más comenzar superamos una rotonda y continuamos de frente por la Avenida João Paulo II, una vía moderna que nos conduce hacia el centro urbano. El tráfico aumenta de forma notable, por lo que conviene extremar la atención, especialmente en los numerosos pasos de peatones y cruces semaforizados.

A nuestra derecha aparece uno de los elementos más representativos de la ciudad: el Palácio dos Biscainhos, un magnífico palacio barroco del siglo XVIII rodeado por unos elegantes jardines históricos. Muy cerca también se encuentra el casco antiguo de Braga, con un extraordinario patrimonio monumental que incluye la Sé de Braga, considerada la catedral más antigua de Portugal, además de plazas, iglesias y edificios históricos que convierten esta ciudad en uno de los grandes referentes culturales del país.

El recorrido continúa por calles amplias y bien señalizadas, dejando a un lado parques urbanos, edificios históricos y modernas zonas comerciales, ofreciendo un interesante contraste entre la Braga monumental y la ciudad actual.

El tramo finaliza en una rotonda, donde tomaremos la primera salida girando a la derecha.

Final do trecho

Km de rota:
1
5
8
0
PK

Trecho 35: N306 - M553 (8 Km)

N306

Dejamos atrás el entorno urbano de Braga para incorporarnos a la N205, una carretera amplia y cómoda que poco a poco va recuperando el carácter tranquilo de las carreteras del Minho. Durante los primeros kilómetros todavía atravesamos barrios residenciales y pequeñas zonas comerciales, pero pronto las viviendas comienzan a espaciarse y el paisaje vuelve a estar dominado por campos de cultivo, viñedos y pequeñas aldeas.

La ruta discurre por localidades como Lamaçães, Figueiredo, Souto, Pereira y Souselas, enlazando suaves curvas con largas rectas que permiten disfrutar de una conducción relajada. Las tradicionales casas de granito, los muros de piedra y las fincas agrícolas vuelven a convertirse en los grandes protagonistas del recorrido.

A ambos lados de la carretera aparecen pequeñas iglesias, quintas y explotaciones agrícolas que reflejan el marcado carácter rural de esta comarca. Aunque nos encontramos muy cerca de Braga, el ambiente cambia rápidamente y recuperamos la esencia del Minho más auténtico.

Este tramo resulta especialmente agradable por la buena visibilidad y el equilibrio entre zonas abiertas y pequeños núcleos urbanos, ofreciendo una conducción fluida y muy entretenida.

El tramo finaliza en una intersección, donde giraremos a la izquierda para incorporarnos a la N553, continuando la ruta hacia el siguiente tramo.

Final do trecho

Km de rota:
1
6
6
0
PK

Trecho 36: M553 - Regatinho (5 Km)

M553

Abandonamos la N103 para adentrarnos de nuevo en la red de carreteras locales del Minho. El cambio es inmediato: el tráfico desaparece casi por completo y la carretera se vuelve más estrecha, sinuosa y agradable, atravesando un paisaje dominado por bosques de pinos y eucaliptos, pequeñas aldeas y extensas zonas agrícolas.

La ruta enlaza los núcleos de Igreja, Vilar de Figos, Faria y Hortal, alternando suaves curvas con pequeñas rectas que invitan a disfrutar de la conducción sin prisas. En varios puntos la carretera discurre bajo la sombra de los árboles, creando un ambiente fresco y muy característico de esta comarca del Minho.

A medida que avanzamos aparecen antiguas casas de granito, muros de piedra y pequeños caminos rurales que conectan las distintas aldeas. En Faria merece la pena fijarse en la arquitectura tradicional y en la presencia de la Iglesia Parroquial de Faria, uno de los edificios históricos de la localidad, que conserva el carácter típico de las parroquias rurales portuguesas.

Los últimos kilómetros nos conducen hasta Hortal, donde las calles empedradas, las construcciones de piedra y el ambiente tranquilo recuerdan el Portugal más auténtico. Es un tramo corto pero muy variado, en el que la sensación de haber dejado atrás la ciudad resulta absoluta.

Ya en el kilómetro 171 de ruta llegamos a Regatinho, donde giraremos a la izquierda para incorporarnos a la M503, continuando la ruta hacia el siguiente tramo.

Final do trecho

Km de rota:
1
7
1
0
PK

Trecho 37: Regatinho - Paradela (2 Km)

M503

En este tramo dejamos atrás Hortal para continuar por una carretera local que atraviesa uno de los paisajes agrícolas más característicos del Minho. Desde los primeros metros predominan las pequeñas explotaciones agrícolas, los viñedos y las parcelas perfectamente delimitadas por muros de piedra y setos, componiendo un entorno sereno y muy agradable para conducir.

La carretera avanza entre suaves curvas y largas rectas, atravesando las localidades de Requiães y Quintão de Cima, donde vuelven a aparecer las tradicionales casas de granito y las pequeñas capillas que salpican el territorio. Es un recorrido tranquilo, con muy poco tráfico, ideal para disfrutar del paisaje sin prisas.

Los viñedos ocupan buena parte del recorrido, recordándonos que nos encontramos en pleno territorio del Vinho Verde, una de las denominaciones de origen más representativas del norte de Portugal. Durante buena parte del trayecto las vistas se abren sobre campos de cultivo y suaves colinas, ofreciendo una agradable sensación de amplitud.

La carretera mantiene un excelente firme y un trazado muy fluido, alternando pequeños núcleos rurales con zonas completamente abiertas donde el silencio únicamente se rompe por el paso ocasional de algún vehículo agrícola.

El tramo finaliza en Paradela, en una intersección, donde giraremos a la izquierda para continuar por la M1121, iniciando el siguiente tramo de la ruta.

Final do trecho

Km de rota:
1
7
3
0
PK

Trecho 38: Paradela - Novais de Campos (4 Km)

M1121

La ruta continúa por la M1121, una pequeña carretera local que atraviesa un paisaje eminentemente agrícola, donde los viñedos, las praderas y las fincas delimitadas por muros de piedra vuelven a ser los grandes protagonistas. Es uno de esos tramos en los que el Minho muestra su cara más tranquila y tradicional.

Durante el recorrido atravesamos pequeñas aldeas como Outeiral y Campos, donde las casas de granito conviven con antiguas explotaciones agrícolas y pequeños caminos rurales. La carretera alterna suaves curvas con rectas cortas, siempre rodeada de un paisaje abierto que permite contemplar las suaves colinas que caracterizan esta comarca.

A ambos lados aparecen viñedos perfectamente alineados y pequeñas parcelas de cultivo que forman parte del territorio del Vinho Verde, mientras que los bosquetes de pinos y eucaliptos aportan sombra en algunos puntos del recorrido. El tráfico es prácticamente inexistente, lo que convierte este tramo en un auténtico paseo por el corazón rural del norte de Portugal.

En los últimos kilómetros nos aproximamos a Courel, donde el entorno vuelve a ganar presencia urbana sin perder el encanto de las pequeñas parroquias minhotas. Las calles empedradas, las viviendas tradicionales y las fincas familiares anuncian la llegada al final del tramo.

El recorrido concluye en Novais de Campos, donde giraremos a la derecha para incorporarnos a la M504.

Final do trecho

Km de rota:
1
7
7
0
PK

Trecho 39: Novais de Campos - M1030 (4 Km)

M504
Tras abandonar Courel, continuamos por la M504, una carretera local que atraviesa una amplia sucesión de campos de cultivo y praderas, ofreciendo uno de los paisajes agrícolas más abiertos de toda la etapa. El trazado es muy fluido, con curvas amplias y suaves cambios de rasante que permiten disfrutar de una conducción relajada.

Durante buena parte del recorrido la carretera discurre entre extensas parcelas agrícolas, pequeñas explotaciones ganaderas y viñedos, dejando a ambos lados el característico mosaico de cultivos del Minho. Los muros de piedra, las viviendas dispersas y las pequeñas masas de eucaliptos completan un paisaje plenamente rural donde apenas encontramos tráfico.

A medida que nos acercamos a Vila Nova de Famalicão, el entorno comienza a transformarse de forma progresiva. Las fincas dejan paso a barrios residenciales, pequeñas industrias y establecimientos comerciales que anuncian la proximidad de uno de los municipios más importantes del norte de Portugal.

Antes de entrar en la ciudad atravesamos varias pequeñas aldeas donde todavía se conserva la arquitectura tradicional minhota, con antiguas casas de granito y pequeñas plazas arboladas que aportan un agradable contraste con el crecimiento urbano que se aproxima.

El tramo finaliza en una rotonda, donde tomaremos la segunda salida para continuar recto.

Final do trecho

Km de rota:
1
8
1
0
PK

Trecho 40: M1030 - N206 (1 Km)

M1030

Este corto tramo continúa por la M130, una carretera completamente rectilínea que atraviesa una extensa llanura agrícola a las afueras de Vila Nova de Famalicão. La conducción resulta muy cómoda gracias al excelente firme y a la amplitud de la vía, permitiendo disfrutar de una amplia panorámica sobre los campos de cultivo que se extienden a ambos lados de la carretera.

Durante el recorrido predominan las pequeñas explotaciones agrícolas, las viviendas dispersas y algunas naves industriales que anuncian la cercanía del importante tejido empresarial de Famalicão. A pesar de ello, el paisaje mantiene todavía un marcado carácter rural, con amplios espacios abiertos y muy pocos cambios de dirección.

La carretera apenas presenta curvas, convirtiéndose en un tramo de transición donde el horizonte permanece siempre visible y la conducción resulta especialmente relajada. Es un buen momento para disfrutar del entorno antes de volver a adentrarnos en zonas más urbanizadas.

En los últimos metros comienzan a aparecer más edificios industriales y servicios, reflejando la proximidad de uno de los principales polos económicos del norte de Portugal.

El tramo finaliza en una intersección, donde giraremos a la derecha para incorporarnos a la N206.

Final do trecho

Km de rota:
1
8
2
0
PK

Trecho 41: N206 - IC5 (8 Km)

N206

Este tramo nos aleja progresivamente del entorno urbano para adentrarnos en un paisaje cada vez más abierto y agrícola. Dejamos atrás las últimas edificaciones y, siguiendo la N206, la carretera se vuelve más fluida, enlazando suaves curvas entre campos de cultivo, pequeñas explotaciones agrícolas y dispersos núcleos rurales.

Durante buena parte del recorrido rodaremos paralelos a la autovía A7, que aparece a nuestra izquierda en distintos momentos, aunque la ruta mantiene siempre un carácter mucho más tranquilo. La diferencia entre ambas vías resulta evidente: mientras la autovía canaliza el tráfico rápido, nuestra carretera conserva el ritmo pausado de la Portugal rural, atravesando pequeñas aldeas donde la vida continúa alrededor de las casas, los huertos y las fincas.

A medida que avanzamos, las vistas se amplían sobre una sucesión de praderas, terrenos agrícolas y suaves ondulaciones del terreno, ofreciendo una conducción cómoda y agradable, ideal para disfrutar del paisaje sin prisas. La carretera presenta un excelente firme y una visibilidad generosa, convirtiendo este enlace en un tramo de transición muy relajado.

Poco antes de alcanzar el final aparecen nuevamente algunas edificaciones y servicios que anuncian la proximidad de Ribetouça. El tráfico aumenta ligeramente, aunque la circulación sigue siendo sencilla.

El tramo concluye en una intersección regulada por semáforos, donde continuaremos recto para seguir por la IC5 e iniciar el siguiente recorrido.

Final do trecho

Km de rota:
1
9
0
0
PK

Trecho 42: IC5 - Vila do Conde (2 Km)

IC5

Este tramo nos conduce hasta Vila do Conde, una de las localidades con mayor riqueza histórica de la costa norte portuguesa. La IC5 avanza con un trazado cómodo y fluido, dejando atrás las zonas más abiertas para adentrarse progresivamente en un entorno cada vez más urbano, donde comienzan a aparecer comercios, áreas residenciales y un tráfico algo más intenso.

Pero antes de alcanzar el centro histórico, la ruta nos regala una de las estampas más espectaculares de toda la etapa: el Acueducto de Santa Clara, una de las grandes obras de ingeniería histórica de Portugal. Sus interminables arcos de piedra emergen junto a la carretera acompañando nuestra marcha durante varios cientos de metros. Construido a comienzos del siglo XVII para abastecer de agua al Convento de Santa Clara, llegó a contar con cerca de un millar de arcos y más de siete kilómetros de longitud, convirtiéndose en uno de los acueductos más largos del país.

Aunque hoy solo se conserva una parte, su monumentalidad sigue impresionando y constituye una de las imágenes más emblemáticas de Vila do Conde. Rodar junto a esta impresionante sucesión de arcos ofrece una sensación difícil de olvidar. La combinación entre el monumento, las amplias avenidas de acceso y la cercanía del Atlántico anuncia la llegada a una ciudad con un importante pasado marinero y un notable patrimonio histórico.

El tramo concluye en Vila do Conde, donde te recomendamos hacer una parada para admirar y disfrutar de este espectacular acueducto.

Final do trecho

Km de rota:
1
9
2
0
PK

Trecho 43: Vila do Conde - M1061 (2 Km)

N13

Este breve tramo permite descubrir dos localidades inseparables, unidas por la historia y por el río Ave. Tras dejar atrás el centro de Vila do Conde, la ruta se dirige hacia el sur atravesando uno de los puntos más emblemáticos de la ciudad: el puente sobre el río, desde el que se disfrutan magníficas vistas del estuario, del puerto pesquero y del frente histórico que se extiende a ambas orillas.

Antes de cruzar el puente merece la pena detener la mirada hacia la izquierda, donde sobresalen algunos de los edificios más representativos de Vila do Conde, una ciudad profundamente ligada al mar desde la época de los Descubrimientos portugueses. Sus calles conservan un importante patrimonio religioso y civil, mientras que el puerto continúa siendo uno de los referentes de la pesca tradicional en la costa norte del país.

Tras cruzar el río Ave, entramos en Azurara, una antigua villa de origen medieval que mantiene un ambiente mucho más tranquilo. La carretera atraviesa sus calles principales entre viviendas tradicionales, pequeños comercios y edificios históricos, ofreciendo una agradable transición entre el bullicio urbano de Vila do Conde y los paisajes costeros que nos esperan más adelante.

Aunque se trata de un recorrido corto, el paso por ambas localidades constituye uno de los momentos más interesantes de la etapa, combinando patrimonio histórico, tradición marinera y las panorámicas que ofrece el estuario del Ave.

El tramo finaliza en una glorieta, donde tomaremos la primera salida para continuar por la M1061.

Final do trecho

Km de rota:
1
9
4
0
PK

Trecho 44: M1061 - M531 (6 Km)

M1061

Este tramo nos acerca nuevamente al Atlántico, recorriendo una de las zonas costeras más agradables del norte de Portugal. La carretera discurre paralela al mar, aunque separada de él por un extenso cordón de dunas y pinares que protegen algunas de las playas más largas y mejor conservadas de esta parte del litoral.

Tras abandonar Azurara, el paisaje alterna pequeños núcleos residenciales con áreas boscosas y espacios abiertos, mientras el océano permanece siempre muy próximo. Merece la pena desviarse unos minutos hacia la costa para descubrir playas como Árvore, Azurara o Labruge, amplios arenales de arena dorada muy apreciados tanto por los aficionados al surf como por quienes buscan pasear junto al mar.

La ruta atraviesa también el núcleo de Labruge, una localidad de marcada tradición marinera donde aún se respira el ambiente de los pueblos costeros portugueses. Su iglesia parroquial, visible desde la carretera, constituye uno de los principales referentes monumentales de la población y anuncia la proximidad del casco urbano.

Entre pinares, dunas y pequeñas urbanizaciones, este recorrido transmite una agradable sensación de tranquilidad, combinando el carácter rural del interior con la cercanía permanente del Atlántico.

El tramo concluye en una intersección, donde giraremos a la izquierda para incorporarnos a la M531 e iniciar el siguiente tramo. Ya estamos en el kilómetro 200 de ruta, a tan solo 29 km de nuestro destino del día.

Final do trecho

Km de rota:
2
0
0
0
PK

Trecho 45: M531 - Angeiras (5 Km)

M531

La ruta continúa muy próxima al Atlántico, recorriendo una sucesión de pequeñas localidades costeras donde el mar marca el ritmo de la vida cotidiana. Aunque la carretera no discurre pegada a la playa, el océano permanece siempre a escasa distancia, separado únicamente por dunas, pinares y un continuo rosario de urbanizaciones y barrios tradicionales.

Tras abandonar Labruge, atravesamos Vila Chã, un apacible pueblo de fuerte tradición pesquera. Si el tiempo lo permite, merece la pena acercarse a su costa, donde se suceden pequeñas playas de arena dorada, afloramientos rocosos y las características embarcaciones de pesca artesanal que aún hoy siguen faenando en estas aguas.

La carretera continúa hacia Mindelo, otra de las localidades más conocidas del litoral de Vila do Conde. Muy cerca se encuentra el Paisaje Protegido Regional del Litoral de Vila do Conde y la Reserva Ornitológica de Mindelo, un valioso espacio natural formado por dunas, pinares, humedales y lagunas que constituye uno de los mejores lugares del norte de Portugal para la observación de aves y la conservación de ecosistemas costeros.

El recorrido alterna pequeños núcleos urbanos con campos de cultivo y zonas arboladas, ofreciendo una conducción relajada y muy agradable. A medida que avanzamos, el paisaje vuelve a abrirse, permitiendo intuir la proximidad del mar en numerosos puntos del recorrido.

Finalmente alcanzamos Angeiras, una localidad estrechamente vinculada a la pesca y conocida por su pequeño puerto y por sus excelentes restaurantes especializados en pescado y marisco fresco, uno de los grandes atractivos gastronómicos de esta costa portuguesa.

Final do trecho

Km de rota:
2
0
5
0
PK

Trecho 46: Angeiras - Corgo (1 Km)

M1074

Este corto tramo continúa muy cerca del Atlántico, atravesando una sucesión de calles tranquilas entre viviendas unifamiliares, pequeñas plazas y zonas residenciales que conservan el carácter de las antiguas aldeas marineras.

Aunque el mar apenas se deja ver desde la carretera, permanece siempre a escasos cientos de metros. Basta desviarse unos minutos para encontrar largas playas de arena fina, paseos marítimos y pequeñas calas rocosas que forman parte del extenso litoral del municipio de Matosinhos.

La conducción resulta muy sencilla, con un trazado prácticamente rectilíneo y completamente llano, ideal para disfrutar del ambiente costero mientras se atraviesan los barrios de Angeiras y Lavra, dos localidades que han sabido mantener su identidad pesquera pese al crecimiento urbano de las últimas décadas.

A lo largo del recorrido abundan los restaurantes donde degustar pescado fresco, marisco y las tradicionales parrilladas portuguesas, una excelente excusa para hacer una pausa si el horario lo permite.

El tramo finaliza en una intersección donde deberemos girar a la derecha para continuar la ruta.

Final do trecho

Km de rota:
2
0
6
0
PK

Trecho 47: Corgo - M540 (4 Km)

M1365

Este tramo discurre prácticamente paralelo al océano Atlántico, recorriendo la franja litoral que une las localidades de Lavra, Aguçadoura y Memória. Aunque la carretera atraviesa zonas urbanas y residenciales, el mar permanece siempre a escasa distancia, dejando entrever en varios puntos el inmenso arenal y el característico paisaje de dunas que acompaña esta parte de la costa portuguesa.

La conducción resulta completamente relajada. El trazado es prácticamente llano, con largas rectas y curvas muy suaves que permiten disfrutar del entorno sin ninguna dificultad. A ambos lados aparecen viviendas tradicionales, pequeños comercios, cafeterías y restaurantes donde el pescado y el marisco son los grandes protagonistas.

Durante buena parte del recorrido merece la pena desviar la mirada hacia la izquierda para contemplar el Atlántico, especialmente cuando la carretera se acerca al paseo marítimo y el horizonte se abre sobre el océano. En los días despejados la sensación de rodar junto al mar convierte este tramo en uno de los más agradables de toda la ruta.

El ambiente cambia ligeramente al aproximarnos a Memória, donde la circulación aumenta y la avenida adquiere un aspecto más urbano, aunque sin perder en ningún momento su carácter costero.

El tramo concluye en una intersección donde deberemos girar a la izquierda para continuar la ruta.

Final do trecho

Km de rota:
2
1
0
0
PK

Trecho 48: M540 - Perafita (1 Km)

M540

Este tramo de A Rota 18 es breve, completamente urbano y sirve como agradable transición hasta el punto donde concluye oficialmente la etapa de hoy. La carretera atraviesa una zona residencial de calles amplias y bien cuidadas, con pequeños jardines, viviendas unifamiliares y un tráfico normalmente tranquilo.

Llegamos a Perafita donde giraremos a la izquierda para afrontar el penúltimo tramo de la etapa de hoy.

Final do trecho

Km de rota:
2
1
1
0
PK

Trecho 49: Perafita - Farrapas (3 Km)

M540-1

Este tramo sirve de enlace entre las zonas residenciales del entorno de Lavra y las amplias avenidas que rodean el acceso a la A28. La carretera mantiene un trazado completamente urbano, con buena visibilidad, tráfico moderado y una circulación cómoda que permite avanzar con tranquilidad.

A ambos lados aparecen viviendas unifamiliares, pequeños comercios y servicios, reflejando el día a día de esta localidad costera. Aunque el recorrido se desarrolla entre calles urbanizadas, el ambiente sigue siendo relajado y agradable, muy distinto al de una gran ciudad.

Durante los últimos metros la vía gana amplitud y nos aproxima a uno de los principales accesos de la zona, donde aumenta ligeramente la intensidad del tráfico. Conviene permanecer atentos a la señalización y a los distintos carriles, ya que en este punto confluyen varias vías importantes.

El tramo finaliza en una intersección donde deberemos girar a la derecha para continuar la ruta.

Final do trecho

Km de rota:
2
1
4
0
PK

Trecho 50: Farrapas - Oporto (14 Km)

A28

Los últimos kilómetros de la primera etapa deA Rota 18 nos conducen directamente hacia Oporto. Poco a poco el entorno residencial va dejando paso a una circulación más intensa, grandes avenidas y enlaces que anuncian la llegada a la segunda ciudad más importante de Portugal.

La ruta se adentra en el área metropolitana atravesando Matosinhos, una localidad estrechamente ligada al mar y conocida por su excelente gastronomía, especialmente por sus restaurantes especializados en pescado y marisco fresco. El tráfico aumenta de forma progresiva, por lo que conviene extremar la atención y mantener una conducción tranquila.

A medida que avanzamos aparecen los primeros grandes accesos urbanos, puentes, zonas comerciales y vías rápidas que rodean la ciudad. Es el contraste perfecto con las carreteras rurales que nos han acompañado durante buena parte del recorrido y una muestra más de la enorme variedad de paisajes que ofrece esta ruta.

Este tramo finaliza en el acceso a Oporto, donde comienza la última parte de esta primera etapa por las calles de una ciudad declarada Patrimonio de la Humanidad y considerada una de las más bellas de Europa.

Final do trecho

Km de rota:
2
2
8
0
PK

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